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Não nego ser pedra de cais Nem pétala lançada ao mar. Face de gumes, Traço caminhos de pó e sol Sal e algas. Corpo de espumas, Som ancestral de guelras Navego névoa Alimento lumes, águas.
Escrito por Alessandra Espínola às 10:45
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Minha angústia
É vaga
Epiléptica silenciosa
Momento de nume do nada
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Vida é atropelo
Choque íntimo e confuso de carnes
Distorção de fábulas
Memórias, espetadela de fuso
Desenredo de fadas.
Escrito por Alessandra Espínola às 09:43
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Ele brinca tanto que vira coisa séria, o "musicopoeta" Nelson Luiz de Oliveira nos proporciona momentos de beleza, alegria, poesia e prazer. A imagem , o som e a palavra são os brinquedos desse nosso amigo matreiro, que vive fazendo Arte!
No link abaixo, o "Vôo Poético" e mais três vídeos do lançamento de seu recente Cd "Linguagens".
http://br.youtube.com/results?search_query=oliveiranelson
Escrito por Alessandra Espínola às 14:14
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Atrás dos cúmulos de pálpebras Os raios da íris Atingem a superfície das lágrimas, Do sonho ; suor e sumo. Do abismo que se abre À tona o Outro, O que há , por exemplo, Entre setembro e outubro e agosto e setembro? Entre o espelho e o rosto, A terra e a ilusória lona azul do firmamento?
Escrito por Alessandra Espínola às 08:06
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Poema I
poema é pupa vocábulo desdobrável do casulo, asa da crisálida a acariciar o céu da boca
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Poema II
Mar retinto de amoras Jardim cercado de arco-íris Dentro: dança emancipada de flores E polens, frágil colorido das horas.
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Poeta Traz a memória conjunta à imaginação - punhal de flores, argila modelada de vento, ampulheta em movimento silêncio de pedra, grão-poeta o “não elaborado momento de água”* Chuva de frágua.
Escrito por Alessandra Espínola às 11:57
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